terça-feira, 17 de julho de 2007

Bancos

O sublime sentimento do amor, como descrevê-lo propriamente? Ele tem sido objeto dos mais célebres poetas, artistas plásticos e porque não, autores de novela.
Todo mundo que já esteve apaixonado uma vez na vida, entende a vontade de ficar junto, passar cada minuto, ser o que o ser amado respira.
Esse é o sentimento no cotidiano bancário difundido. Nossas horas de fila, nada mais são do que o amor que os bancos nutrem por nós. O que o banco manifesta ao tentar ser o ar que respiramos (ar condicionado), pois o banco é um amante caridoso sempre disposto a nos presentear.
Muitas pessoas reclamam do tempo que passam dentro dessa alcova financeira, mas é necessário lembrar que o amor, por vezes é possessivo, mas fecha as quatro.

autor: Jericó

Agora responda ao lado qual banco mais o ama ->

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